A Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece


01/04/2015

Eunice Stevanatto, a investigadora escritora

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Eunice conta um pouco da sua história para nós:

Sou Eunice Stevanatto, tenho 46 anos e sou Investigadora de Polícia há 21.
Nasci na cidade de Nova Olímpia, Paraná.
Sou casada há 21 anos e tenho 3 filhos, dos quais as duas meninas afirmam que serão policiais.

Desde meus 10 anos, quando eu assistia filmes policiais, eu já sonhava com a justiça. Me via prendendo bandidos e isso me fascinava e atraía.
Sempre fui adoradora do perigo. Vivia correndo atrás das viaturas de Polícia para ver o que tinha acontecido.

Após assumir minha função, trabalhei 4 anos na cidade de Cascavel, e há 17 anos trabalho em Londrina, já podendo me aposentar desde junho de 2014, mas ainda não fiz o pedido, pois com muito orgulho e valorização do meu trabalho pretendo aposentar na 1ª Classe.

Eu sempre disse que amor, amizade leal, honestidade e principalmente respeito ao próximo, são grandes ingredientes para uma boa convivência.
Aos 12 anos comecei com a mania de copiar poesias e também adorava ouvir músicas internacionais românticas e traduzi-las.
Geralmente aos 14 anos começam os amores e as decepções, e como nem tudo é como queremos que seja, comecei a transpassar alegrias e tristezas para o papel, anotando em qualquer lugar pensamentos que passavam pela minha cabeça.. e assim fui escrevendo e guardando em um caderno durante 20 anos...
Desde então escrevo sobre o amor, o desamor, a solidão e a dor...

Já escrevi 3 livros com mais de 150 poesias cada, e muitas frases que as chamo de “frases filosóficas”.
Meu primeiro livro chama-se "A INTENSIDADE DO DESEJO E A BELEZA DO AMOR". nyccestevan.blogspot.com.br
Este livro foi publicado no final de 2013, e ainda tenho alguns exemplares.
Página do facebook: www.facebook.com/pages/Nycce-Stevan-Primeiro-Livro-A-intensidade-do-Desejo-e-a-Beleza-do-Amor/324466247615975?fref=ts


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nice-stevan.blogspot.com.br



Com 40 anos, fiz faculdade de Pedagogia e continuei escrevendo, assim, melhorando as ideias e o vocabulário.
Escrevi um livro sobre a vida de uma presidiária drogada, mas nunca publiquei. Chama-se "Vida de drogas, droga de vida".

Meu desejo até o fim deste ano é publicar o 2º livro " AMOR, PAIXÃO, DESEJO, SEDUÇÃO, SAUDADE E SOLIDÃO...”

Também já escrevi 4 músicas, e fiz 3 orações (estão no meu 2º livro).

Meu 3º livro também está pronto, mas ainda não o registrei... Neste, os temas são mais diversificados.

Amo minhas poesias,
Amo minhas obras de arte,
Amo minhas ideias...
Digo que são meus filhos... Leiam, vocês vão gostar.

Agradeço a Deus a possibilidade de pertencer à Polícia Civil do Paraná.
Com meu trabalho e meu esforço, construí tudo que tenho.


16/03/2015

"The Flash": Nilceu Santos, o investigador campeão brasileiro

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Aos 18 anos foi voluntário para servir o Exército Brasileiro, desde então, depois de sair do serviço militar tinha um sonho de ingressar na área de segurança publica.

No entanto o esporte falou mais alto e durante 17 anos de muito foco e dedicação, teve uma carreira brilhante com muitos títulos conquistados para o Brasil.

Foi campeão brasileiro de estrada , tetra -campeão da copa América de ciclismo, tricampeão da copa da República, bicampeão da corrida 9 julho internacional, representou a seleção Brasileira na corrida copa pan-americana e volta ciclística do Chile.

Mas sempre em mente a vontade de voltar estudar para seguir o antigo sonho, ser Policial.

Hoje com o objetivo concretizado, é investigador da Policial Civil e se orgulha muito em fazer parte dessa gloriosa instituição.


02/12/2014

A Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece: Claudir José Motter o Escrivão que faz miniaturas de madeira

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Claudir José Motter tem 58 anos de idade, nasceu na cidade de Erechim no Rio Grande do Sul e aos 18 anos de idade veio para o Paraná, mais precisamente para a cidade de Foz do Iguaçu. Formou-se em ciências contábeis em 1984 na faculdade Unioeste, e em outubro de 2000, após ser aprovado no concurso público, foi empossado no cargo de escrivão de Polícia Civil do Estado do Paraná.

No ano de 2009, Claudir descobriu um sério problema de saúde e mesmo com a saúde debilitada, se formou bacharel em direito pela União Dinâmica de Faculdades (U.D.C) em 2010. Claudir foi aconselhado pelos médicos a sair da polícia e procurar outra atividade profissional com um nível menor de stress, pois grande parte dos seus problemas estavam relacionado ao desgaste do trabalho de escrivão na Polícia Civil.

Porém Claudir não desistiu da profissão que sonhava desde criança, “Não poderia deixar a polícia, sempre tive um sonho de ser policial, e sou apaixonado pelo que faço, foi ai que resolvi procurar um meio para descarregar o stress do trabalho”.

Foi então que em 2011 Claudir descobriu seu dom e começou a trabalhar com miniaturas em madeira. “Quando fiz a primeira miniatura, percebi que aquilo poderia ser minha válvula de escape”, conta Claudir.

Logo vieram as primeiras miniaturas de automóveis e o trabalho foi crescendo cada vez mais, “Quando via pronto me apaixonava cada vez mais e desde que comecei, acredito ter feito mais de 100 miniaturas”. Ao perceber o trabalho feito por Claudir, o então delegado-chefe da 6ª SDP Dr° Rogério Antônio Lopes, deu o maior apoio ao trabalho. “Lembro-me que quando o Dr° Rogério viu a primeira miniatura me incentivou a continuar”.

Hoje Claudir possui uma oficina com todas as ferramentas necessárias para a confecção das miniaturas. “Quando não estou em meu cartório na delegacia, estou lá no meu cantinho fazendo meus carrinhos”, conta Claudir.

As miniaturas feitas pelo escrivão artesão são vistas por pessoas do mundo todo através de uma página que mantém nas redes sociais. “Tem pessoas da Índia que comentam as fotos parabenizando pelos carrinhos, isso me deixa ainda mais feliz e motivado”, conta Claudir.

Atualmente um dos grandes incentivadores do trabalho é o atual delegado-chefe da 6ª SDP, Dr° Alexandre Macorin, que mantém em sua sala na delegacia, um exemplar de uma caminhonete feita pelo escrivão. “O difícil não é ter objetivo na vida, o difícil é permanecer com ele até conquistá-lo. Muitas vezes para conseguir os objetivos é necessário o apoio das pessoas que nos rodeiam, acredito ter conseguido, pois tenho pessoas boas que me cercam e me incentivam todos os dias a nunca desistir”, finaliza Claudir.

Ainda que necessite de medicamentos, Claudir tem diminuído seu nível de stress e pressão chegando a quase 90% de melhora, fazendo com que viva bem e desfrute das coisas que o faz feliz. Para os médicos , não é mais necessário que ele deixe as atividades de escrivão.



08/04/2014

João Anastácio da Silva ou João Brasileiro - o Poeta da Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece

João Brasileiro

Nascido na zona rural do município de Leópolis, Pr, cursou Letras Anglo Portuguesa, Pedagogia, Supervisão Escolar, na Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras de Cornélio Procópio, formou-se em Direito, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e fez Pós Graduação em Direito Público com ênfase em Direito Penal e Execuções Penais, na Faculdade do Norte do Paraná, em Londrina.

Professor de Letras Portuguesa e Inglesa, pedagogo, supervisor escolar, professor de Direito Penal e de Execuções Penais, palestrante na temática jurídica, Mercado de Trabalho, Globalização e Terceira Idade, foi escrivão de polícia e atualmente é advogado, especialista em tribunal do júri.

Paralelamente a essas atividades, João é Poeta, Dramaturgo e Declamador. Na poesia, possui quatro livros editados: Uma Voz Que Não Se Cansa, A Grandeza da Lágrima, A Voz do Pensamento, e Memórias do Coração, e, ainda, um CD e um DVD de Poesia gravado e lançado a nível nacional. Na dramaturgia, é autor das peças de teatro “Risos e Lágrimas”, Lição de Literatura, Lição de Toxicologia e Brasil 2000 Numa Visão Cabocla. Enquanto declamador participou de vários programas de televisão, inclusive no Canal do Boi, programa da Eliane Camargo, onde voltará a participar no segundo semestre desse ano.


Por quanto tempo trabalhou na Polícia Civil e há quanto tempo está aposentado?
R- Trabalhei por 20 anos e estou aposentado há dezesseis anos.


Quais as delegacias que o senhor já trabalhou? Qual a que mais se destacou?
R- Trabalhei em Londrina, Bela Vista do Paraíso, Santa Mariana e Cornélio Procópio, esta última foi a que mais se destacou.


Existe alguma história marcante em sua carreira que possa nos contar?
R- Nos anos 80, fiz um Flagrante de tráfico de drogas e vício, onde os traficantes foram absolvidos, até o padre foi ouvido para inocentá-los e os viciados foram condenados.Diante desta triste realidade escrevi uma peça teatral “Da flor o riso e da cova, a lágrima”, título: Lição de Toxicologia foi censurado pela Censura Federal na época e fui obrigado a assinar um termo de responsabilidade que não iria apresentar esta peça teatral. Diante destes fatos eu a transformei em : Palavras Proibidas.


Como surgiu a poesia em sua vida, há quanto tempo é poeta?
R- Eu escrevo desde os meus 7 anos de idade. A poesia é o meu lazer.


O que te inspira a escrever?
R- Tudo me inspira, a natureza, as desigualdades sociais, a luta pela educação, as injustiças sociais, a corrupção humana, a ignorância política.


Sobre o que escreve?
R- Escrevo sobre a falta de ética, de moral, de educação, da desigualdade social, da corrupção vergonhosa que assola este país, das injustiças sociais e também me delicio com temas sobre a natureza de maneira geral.


No que a poesia influenciou em sua carreira policial?

R- Eu sonhei com um mundo melhor pensei que como escrivão poderia ser útil a humanidade, na minha pequinês funcional, trabalhei com carinho e amor, fui um sacerdote policial, procurei ser o mais justo possível e a poesia era o meu termômetro para medir a dose do meu amor para com os mais necessitados e nunca deixar a brutalidade dominar o meu ser.


É possível afirmar que a sensibilidade de um artista o torna diferenciado no trato com as pessoas? Por quê?
R- Não tenho dúvida, que a sensibilidade nos torna gente, ser humano, nunca um espermatozoide crescido esperando eternamente para nascer. Por quê? Eu respondo com esta definição de Poeta. O poeta é um sonhador, que sonha tão intensamente, que chega pensar que é sonho, o amor que intimamente sente. Acredita no seu sonho, pois sua mente consente, só vive a ternura da vida, na serenidade do amor eloquente. E assim no silêncio da noite, o poeta dorme bem, pois seus prazeres são sonhos, sonhos lindos, inimagináveis, que certamente os normais, naturalmente não tem. Você estudando esta poesia, tranquilamente terá a resposta. A pessoa sensível é naturalmente boa e diferenciada das pessoas normais. Eu Costumo dizer: Ser poeta é ser eterno, é viver como um plebeu é dormir perto do céu e acordar dentro de Deus.


De onde surgiu o pseudônimo João Brasileiro?
R- Eu participei do Festival Internacional de Teatro de Londrina, apresentando uma peça Teatral de minha autoria: Lição de Literatura, e no outro ano fui assistir o ator Global Jackson Antunes, lá chegando fui apresentado pelo diretor do Teatro Zaqueu de Mello ao Jackson, esse pediu para que eu mostrasse um poema meu na linguagem cabocla, eu declamei uma poesia cabocla chamada: Pegue Lá Que Eu Pego Cá, ele gostou tanto, que me convidou para fazer a abertura da sua peça teatral “memória de Embornal”, trabalhei com ele por dois dias e no final ele me chamou ao palco e disse para a plateia, estes não é o João Anastácio, não, este é o João Brasileiro, porque as suas poesias é a realidade do povo brasileiro, este sim, está autorizado a falar do Brasil 500 anos.


Soubemos que o senhor profere palestras para o meio acadêmico, quais são as temáticas abordadas? O que o motivou a escolhê-las?

R- Faço palestra sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, nos Colégios, nas Faculdade e nas Universidade. Faço palestra sobre o Direito da Mulher, sobre o direito do Idoso, sobre Globalização e Mercado de Trabalho. Uso sempre uma técnica de fazer as minhas palestras ilustrando-as com grandes testos de minha autoria, sobre justiça, sobre liberdade, sobre a constituição, sobre a família, a fim de que estas palestras se tornem um pouco mais agradáveis de se ouvir e as pessoas não venham a se cansar.


O senhor acredita que a arte é capaz de transformar uma pessoa ou uma comunidade?
R- Sem dúvida nenhuma, os melhores tempo para a poesia foram quando o seu povo estava feliz, sem ódio, sem agressividade, sem guerras. A arte é um dos primeiros passos para uma boa educação. A família está quase acabada, porque não se vê mais, poesia, música boa, teatro acessível a todos. Eu tenho um poema que o denominei de: O Projeto dos Meus Sonhos:
Eu apresento ao congresso, um projeto ideal, onde a emoção é o conteúdo e o sentimento é natural. Recomendo a cada ser, que eduque com amor o coração, que o conteúdo seja a poesia e o recital sua lição. Quero ver em cada criança aprendendo um instrumento. Educando a sua alma e valorizando o sentimento. Quero ver em cada escola, um belíssimo sarau, revolucionando as ideias e reconstruindo a moral. Que este projeto entre em vigor, agora, já neste momento, para que cada pai, cada educador, seja naturalmente um exemplo e jamais eduquem indivíduos, mais certamente talentos. Que este projeto seja aceito em todos os povos, para que cada criança, cada educando se transforme em humanos novos. Eu disse, humanos novos, para cuidar da humanidade com amor.


Poderia a arte de alguma forma influir na criminalidade?
R- A arte é o caminho para enriquecer o intimo de cada ser. O mau maior da criminalidade é a falta de educação, a falta do desenvolvimento da inteligência emocional, se nós não resgatarmos a família, se não investirmos em educação não conseguirmos diminuir as desigualdades sociais, não conseguiremos vencer o ódio. Uma grande parte dos criminosos hoje são psicopatas, jogados no lixo, que se transformam em monstro, porque nós, o Estado brasileiro os condenamos ao ostracismo e ao abandono. No Brasil hoje, o Estado bandido está dominando o Estado legal e por quê? Porque nós não aprendemos a desenvolver a inteligência emocional. Nós não temos mais bom textos poéticos, não temos mais, grandes letras musicais, não temos grandes peças teatrais, grandes filmes, as universidades estão vivendo ainda aqueles programas de curso surrados de séculos, e ainda para piorar estamos destruindo a família. A arte está divorciada desta realidade e o caminho da humanidade está cada vez mais difícil. Não se investe mais, no resgate do interior do ser. O homem é um objeto do nada. O mundo só tem três caminhos: educação, educação e educação. Não existe polícia boa, muito menos justiça, sem a educação, sem o desenvolvimento da sua inteligência emocional, precisamos recuperar o preso, dando mais dignidade, trabalho, estudo, e remuneração, para que ele trate de sua família e não sinta um pária familiar.

 



06/12/2013

A Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece: Vamos conhecer o investigador que está a frente da União da Polícia Civil do Paraná há 18 anos: Wilson Villa

investigador

Wilson Villa se aposentou em 2009, após 37 anos de trabalhos prestados como investigador de polícia. Há 18 anos, ele está a frente da Administração da União da Polícia Civil do Paraná – UPC-PR.


Vamos conhecer um pouco sobre os trabalhos realizados pela Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece


Antes de passar pela curso de formação na Escola de Polícia, Villa foi designado para trabalhar na extinta Delegacia de Entorpecentes. Trabalhou nas Delegacias de Londrina, Delegacia Antitóxico, Defraudações, 6º DP, 7º DP, 1º DP, Furtos e Roubos, Furtos e Roubos de Veículos e Cope. Desempenhou a função de Superintendente no 1º Distrito Policial, na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, durante três anos e na Delegacia de Furtos e Roubos, na gestão do Delegado Ézio Vicente. Em 1995 passou a presidir a União da Polícia Civil do Paraná.


O que é a União da Polícia Civil do Paraná?
A União da Polícia Civil do Paraná é uma entidade de classe que foi fundada por policiais civis, com intuito de lutar por melhores salários e condições dignas de trabalho. Conforme palavras do Investigador aposentado Nelson da Cunha, de 92 anos, testemunha viva e um dos fundadores da Entidade, na época da fundação não existiam Sindicatos que fizessem a representação da classe policial no estado do Paraná.


Quando e por quem ela foi criada?
A UPC foi fundada em 03 de novembro de 1961 pelos policiais: Vicente de Oliveira Santos, Nelson da Cunha, Antonio Flor, José de Freitas, Mauro Azevedo da Silveira, Jonas Alves dos Reis, Bento Rosa da Cruz, Leocádio Jose de Almeida, Odayr Godoi Penteado, José Maria do Amaral Bandeira, Albari de Oliveira Feliz, Juraci Pereira Rosa, Alexandre Pacheco, Eli Cunha, Benedito Leonardo, Manoel dos Santos Lima, Manoel da Costa, Laudelino B. Batti, Ari Barbosa, Batista Vieira, Carlos de Brito, Raphael Gonçalves dos Santos, Adolpho Bernardino da Silva, Antonio Stain, Mario José Pangaro, Herculano José Rodrigues, Diogo Batista, Oso Hauari, Osvaldo Pires, Eremir Bley Correia, Durval Santos Lima, Luiz de Barros Silva, José Silveira, Artur G. de Quadros, Durval Mineto, Ivan Ribeiro Marques, José Azevedo e Cirilo Bueno Silva.


Há quanto tempo o senhor está a frente da Entidade e quantos associados ela possui hoje?
Estou à frente da Entidade há 18 anos e atualmente contamos com aproximadamente 2.600 associados.


Porque decidiu fazer parte dela?
Decidi fazer parte da UPC devido ao meu bom relacionamento no meio policial e, principalmente, por ter novas propostas e ideias para melhorar a atuação da Entidade. Em 1995, eu e um grupo de policiais amigos decidimos conjuntamente enfrentar esse novo desafio de concorrer às eleições, visando trazer benefícios para a classe policial.


De que forma o trabalho é realizado?
Atualmente contamos com um quadro de vinte funcionários para o atendimento ao associado e manutenção das instalações. Além dos funcionários, um grupo de Diretores fiscaliza as sedes da Entidade, produz os informativos e atualiza o site (www.upcpr.org.br), além de trabalhar na divulgação nos meios de comunicação e na representação nas reuniões junto aos órgãos do governo. Estas reuniões e representações são de grande importância, pois, graças ao nosso ótimo relacionamento, podemos lutar por melhores condições de trabalho para a categoria policial, solicitando aumento do efetivo e salário digno condizente com o trabalho efetuado.


Quem pode ser associado da Entidade e quais os benefícios que ela traz ao associado?
Para associar-se na UPC é necessário ser funcionário público estadual para autorizar o desconto da mensalidade em folha de pagamento, através do PRCONSIG. Os benefícios ofertados são:
03 advogados para a defesa do policial no estrito cumprimento do dever legal e assessoria jurídica;
a quantia de R$ 1.000,00 como auxílio aos familiares pelo falecimento do associado;
01 profissional da área da Odontologia, com atendimento gratuito diário de 04 horas em consultório próprio localizado na sede social;
01 profissional da área da Psicologia com atendimento gratuito diário de 04 horas em consultório próprio localizado na sede social;
32 apartamentos mobiliados, com sala, cozinha com central de gás, quarto de casal e de solteiro, além de oito churrasqueiras, lanchonete e uma cancha de futebol, localizados na Praia de Leste, sendo que recentemente adquirimos uma área de 2.320 m² localizada ao lado das dependências da sede de praia para futura ampliação das instalações;
sede campestre com 02 salões de festa, 01 salão com sauna, piscinas adulto e infantil, 02 canchas de futebol com vestiários completos e várias churrasqueiras.


Quais as sedes existentes?
Atualmente a UPC conta com três sedes: a administrativa, localizada à Rua Monsenhor Celso, 256, 7º andar – fone 41 3322-9833 fax 41 3225-6903, no centro de Curitiba; a sede campestre, localizada à Rua Wagner Luis Boscardim nº 180, Bairro Laranjeiras, Piraquara/PR e a sede de praia, localizada à Avenida Copacabana nº 591, Jardim Canadá, Balneário Praia de Leste, Pontal do Paraná.


Que tipos de serviços a entidade oferece aos seus associados?
A UPC oferece atendimento jurídico, odontológico e psicológico gratuitos nas dependências da sede administrativa, auxílio funeral, empréstimos consignados, convênio com clínicas de odontologia, fisioterapia e massoterapia, além de convênios com diversas empresas, tais como academia de musculação, autoescola e floricultura. A Entidade ainda oferece as dependências das sedes de praia e campestre à seus associados.


Quais os principais desafios encontrados na sua administração?
Um dos principais desafios encontrados quando assumimos o primeiro mandato foram as dívidas, herdadas da administração anterior e sanadas com o passar do tempo de nossa administração. Outro desafio foi o fato de que o imóvel que abrigava a sede administrativa era alugado a um valor relativamente alto, dessa forma, precisamos adquirir instalação própria. Além disso, outra dificuldade encontrada foi verificar a situação de policiais que estavam presos, e que antigamente eram recolhidos no porão da DSI à Rua Ermelino de Leão, 513. Na nossa gestão à frente da UPC, conseguimos reformar duas alas na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, onde até hoje os policiais ficam custodiados. A UPC continua prestando auxílio ao fornecer mensalmente alimentação a estes policiais. Entretanto, o grande desafio era com relação à situação salarial, principalmente no Governo Lerner, no qual não foram atendidas as reivindicações da categoria, sendo que só conseguimos obter êxito nas negociações no governo passado. No governo atual, com a conquista do subsídio, a situação salarial passou para um patamar aceitável, por enquanto.


O senhor gostaria de deixar alguma mensagem aos policiais civis?
A Polícia Civil do Paraná, com 160 anos de fundação, merece ser exaltada pelo excelente trabalho que vem prestando à população. Não podemos nos esquecer que a imagem da instituição é feita pelo policial que a representa diariamente. Gosto de salientar aos meus colegas que, ao saírem de suas casas para o trabalho, abracem sua família e peçam a proteção divina para eles e para você, pois não sabemos o que encontraremos pela frente. Nossa profissão é diferente das outras, pois o perigo é uma constante. Trabalhem em equipe, respeitem seu colega de trabalho e tratem com educação todas as pessoas que vierem procurar ajuda. Assim, conseguirão deitar a cabeça no travesseiro e descansar, tendo a certeza e a satisfação pessoal do dever cumprido. 8ª SDP - Paranavaí

05/12/2013


Investigador Gabriel Feitoza Norte recebe Título de Cidadão Honorário de Loanda

investigador

Aos 35 anos e há 4 anos na Polícia Civil do Paraná, o investigador Gabriel Feitoza Norte, lotado na 8ª Subdivisão Policial de Paranavaí, recebeu, na última sexta-feira (22), o Título de Cidadão Honorário de Loanda, 20ª Delegacia Regional, onde presta seus serviços.


A homenagem, realizada pelos vereadores e prefeito da cidade, foi entregue ao policial graças aos bons trabalhos prestados pelo policial a comunidade Loandense, na área da Segurança Pública.




1ª SDP - Paranaguá
22/10/2013


A Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece: Investigador de Polícia de Guaratuba é professor Universitário de Direito Penal

edilson

Edilson Ribeiro tem 48 anos e nasceu em Jacarezinho, interior do Paraná. Filho de Roberto José Ribeiro e Anita Duarte Ribeiro, morou na cidade de Wenceslau Braz até 1991, quando ingressou na Polícia Civil como Investigador de Polícia. Casado com Janice Cleusa Hickmann Ribeiro, ele é pai de Sofia, Vinícius e Felipe, seu enteado.


Sua primeira lotação foi na cidade de Marechal Cândido Rondon, onde trabalhou por vários anos. Prestou serviços nas Delegacias de Foz do Iguaçu, Guaíra, Terra Rocha, Laranjeiras do Sul e, desde 2003, está lotado em Guaratuba, litoral do Estado.


Em 2003 Edilson graduou-se em Direito pela Universidade Paranaense (Unipar) de Guaíra, realizou pós-graduação e tornou-se Especialista em Direito Penal e Processo Penal. Em 2009 foi convidado pela Faculdade do Litoral Paranaense - ISEPE Guaratuba - para lecionar Direito Penal e assim realizou um antigo sonho de ser professor universitário.


Além disso, o investigador ainda desenvolve um projeto com os alunos, que consiste na visitação de órgãos públicos que estejam diretamente ligados ao Direito Penal. Durante as visitas, Edilson busca mostrar na prática o funcionamento do Instituto do Direito Penal, anteriormente visto de forma teórica, além buscar a valorização da Instituição Polícia Civil perante seus alunos.


Edilson já foi convidado para ministrar uma palestra em Foz do iguaçu, em 2012, onde participou do II Congresso Estadual de Estudos Jurídicos sobre Atos da Polícia Judiciária. A palestra foi realizada na sede da principal Universidade Privada de Foz (UDC) e organizada brilhantemente pela direção da 6ª SDP, na ocasião, chefiada pelo Delegado Chefe da DPI.


Com o objetivo de tornar-se mestre em Direito e advogar na área criminal futuramente, o investigador Edilson Ribeiro faz parte da Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece.



1ª SDP - Paranaguá
10/10/2013

A Polícia Civil que a Polícia Civil não conhece: Delegacia de Morretes é revitalizada e fotos do antes e depois mostram o resultado

DP Morretes

Na última quinta-feira (03) aconteceu a cerimônia de reinauguração da Delegacia de Polícia de Morretes. Fruto de muito trabalho e dedicação, a revitalização da delegacia, construída em 1980, foi coordenada pelo Delegado Lauro Gritten. O evento contou com a presença de um grande número de pessoas da comunidade e também de autoridades.


O objetivo da reestruturação foi a implantação, não só de uma delegacia bonita, mas sim, com um novo conceito: a Delegacia Cidadã. As melhoras visaram a maneira da Polícia Civil realizar suas atividades, consequentemente proporcionando melhor atendimento à população, não só aos cidadãos de Morretes, mas também aos visitantes, face ao grande fluxo de turistas que visitam nossa cidade o ano todo.


Participaram da solenidade o Secretário de Relações com a Comunidade do Governo do Estado, Ubirajara Schreiber, o Delegado Chefe da DPI, Rogério Antonio Lopes, o Delegado Subdivisional da 1ª SDP de Paranaguá, Italo Cesar Sêga, o Delegado Titular de Morretes, Lauro Gritten, o Prefeito de Morretes, Helder Teofilo Dos Santos, o Comandante da 3ª Cia. Da PMPR, Capitão Stocco, além do presidente da Câmara de Morretes, Julio Cesar Cassilha e vários vereadores, representantes de Associações, Conselhos e empresários locais.


Delegado de Morretes há 8 anos, Gritten relatou que as obras foram realizadas em etapas, sempre com vistas às necessidades mais prementes naquele momento, uma vez que a delegacia estava bem deteriorada. Ele destacou a construção de muros, refeitório e cozinha, na época em que a própria delegacia tinha que preparar a comida dos presos.


Apesar de a delegacia de Morretes ter uma das menores verbas do Estado, cerca de R$ 4 mil mensais, as obras foram realizadas integralmente com verbas do Fundo Rotativo da Polícia Civil.


Durante o evento, o delegado falou das dificuldades pelas quais a delegacia passou com as enchentes de 2011, que destruíram por completo móveis, equipamentos, além de danificar a estrutura: “limpamos tudo e fomos deixando ainda melhor”, relata.


O delegado conta que dois dias após a enchente, a parte administrativa da delegacia precisou funcionar onde já havia sido construída uma sala de reuniões e o refeitório, ficando naquele local por cerca de dois meses, até que pudessem reconstruir o que havia sido destruído, afinal a Polícia Civil não podia parar.


Durante os trabalhos de revitalização, foram realizadas a drenagem e captação de águas fluviais, reforma de banheiros, balcões individualizados para registro de ocorrências e atendimento à população, colocação de ar-condicionado, ampliação da recepção com a construção de uma passarela, paisagismo, parlatório para que os advogados possam atender os presos, cartório específico para a Operação Verão, dentre outros melhoramentos.


Gritten agradeceu sua equipe de trabalho e ficou emocionado com a solenidade, salientando que entregou a delegacia para o cidadão, razão final das obras realizadas: o melhor atendimento ao povo. 

DP Morretes

DP Morretes


11ª SDP - Cornélio Procópio
18/09/2013


Projeto BOM VIZINHO cuida da segurança em Bandeirantes

Bandeirantes

Criado há cerca de oito anos, na cidade de Maringá, pelo delegado Rogério Antonio Lopes, o Projeto BOM VIZINHO busca por maior segurança e qualidade de vida para a população, de forma a despertar de um modo organizado, objetivo e sistematizado, a solidariedade de todas as pessoas que estejam fisicamente próximas.


Sabemos que, embora o poder público tenha o dever legal de oferecer segurança pública gratuita a todos, não podemos nos esquecer que cada um de nós também tem uma parcela de responsabilidade por uma sociedade mais segura. Não podemos pensar em segurança pública sem que haja cooperação entre todos: população e órgãos policiais.


O trabalho tem como premissa o fato de que a polícia não é onipresente, ou seja, não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, além de mostrar que a solidariedade é a chave para uma segurança de melhor qualidade.


Devemos ter consciência de que se hoje furtam a casa do meu vizinho, amanhã poderá ser a nossa.
Trata-se de uma idéia baseada na integração e cooperação. Portanto, o Projeto Bom Vizinho é um sistema que promove a segurança preventiva, onde cada cidadão participante é peça fundamental, fiscalizando e protegendo seus vizinhos visando a prevenção ao crime.


O projeto, que desde 2010 é implantado na cidade de Bandeirantes, já começou a ser implantado em cidades como Santo Antônio da Platina e Ibatiá, além de ser apresentado em várias outros municípios.


O Projeto Bom Vizinho em Bandeirantes é desenvolvido por um grupo gestor que envolve empresas e entidades como: o Rotary Clube, Lions Clube Yara, Associação das Senhoras de Rotarianos, Rotaract e Interact Clube de Bandeirantes, Loja Maçônica Estrela de Bandeirantes, ACEB (Associação Cultural e Esportiva de Bandeirantes), Conseg-Bandeirantes, Unopar-Bandeirantes, FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), Tiro de Guerra 05-013, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Rádio Cabiúna, Rádio Yara, Rádio Cidade Bandy FM, Jornal Folha do Norte e AMO-Sul (Associação de Moradores da Zona Sul).


O Rotariano Paulo Roberto Balla, coordenador de implantação, organiza reuniões mensais para que seja estudado e analizado os resultados que o Projeto tem trazido para a sociedade.


De acordo com o delegado de Bandeirantes, Michael Eymard Rocha de França Araújo, até o final do ano, será implantado um disk-denúncias especialmente para o Projeto.


Como funciona

O projeto é estruturado a partir de células de quatro vizinhos que terão a responsabilidade solidária de se monitorarem.
Funciona da seguinte forma: o morador “A” será incumbido de vigiar as casas dos outros três vizinhos “B”, “C” e “D”, isto é, seus vizinhos laterais e frontal.
O sistema vai se repetindo sucessivamente até atingir uma grande área de modo que nenhuma residência fique desguarnecida. Sempre haverá alguém por perto vigiando. Em caso de situação suspeita, a polícia deverá ser acionada normalmente. Dependendo das peculiaridades de cada local, alertas específicos pode ser emitidos, tais como sirenes, holofotes, apitos, etc.


Os vizinhos deverão se conhecer, interagir entre si, trocar telefones e estipularem que toda vez que alguém for sair, deverá avisar os demais vizinhos que compõem a célula de proteção. Da mesma forma, ao retornar deverá avisar os demais.


O Projeto resgata, em aspectos práticos e concretos, o exercício da solidariedade daqueles que moram próximos. Nessa perspectiva, a comunidade ganha, a cidade fica tranquila, a Segurança Pública é otimizada e o marginal perde espaço. 


9ª SDP - Maringá
13/08/2013

Exemplo de Gestão eficiente na 28ª DRP de Astorga

Astorga

Diante do cenário de superlotação que se encontrava o pátio da Delegacia Regional de Astorga, o Delegado de Polícia Acácio Gonzaga Azevedo, em parceria com a Promotoria de Justiça e o Juízo de Direito da supramencionada comarca, realizou uma tarefa típica de um verdadeiro gestor público, realizando um feito histórico na Polícia Civil do Estado do Paraná.O trabalho consiste em encaminhar os carros, caminhões, motocicletas e demais veículos, provenientes de crimes, como tráfico de drogas, furtos e roubos, ao Depositário Público da Comarca Local.

Após passarem por perícia e findadas as investigações e, não sendo possível a identificação e localização das vítimas, os veículos que antes ficavam em grande número aglomerados no pátio da delegacia de polícia, agora são encaminhados ao local, para que em segurança, aguardem decisão judicial e eventuais leilões públicos, com base no Código de Normas da Justiça e Legislação pertinentes.

A prática mostra um grande avanço nos trabalhos em conjunto entre a Polícia Civil, Ministério Público e o Juízo local, visando sempre o bem comum entre as instituições e, especialmente, melhorando a prestação dos serviços públicos, que é um dos principais princípios que regem a Administração Pública. 



1ª SDP - Paranaguá
03/10/2013

Investigadora da Polícia Civil de Paranaguá é 3ª colocada geral na Maratona Quebra-Gelo

 

O nome não poderia ser mais apropriado, pois além do mar agitado, o frio foi um dos grandes obstáculos que os nadadores de Paranaguá enfrentaram no 1.º Desafio Quebra Gelo – 6º etapa do Circuito Correr e Nadar, realizado na prainha de Caiobá, no domingo (29). A Investigadora Jerusa Maia Rodrigues chegou em 3º lugar geral, após nadar 1,5 km em 32 minutos.


A largada ocorreu às 9h partindo da Praia Mansa, em Caiobá, até a Prainha, em Guaratuba.


O circuito existe há 3 anos e houve a participação de atletas do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul.


As próximas etapas serão em Paranaguá (outubro) e em Praia de Leste (dezembro), onde a policial também deseja participar, como parte dos treinamentos para a preparação a fim de disputar pela segunda vez o SESC - Triatlon de Caiobá, onde foi a primeira Policial Civil Feminina a participar da Equipe.


Mesmo cursando o Curso de Investigador de Polícia na ESPC (Escola Superior de Polícia Civil), a atleta continua treinando, agora em Curitiba, em suas horas vagas do curso.

Paranaguá



 

13ª SDP - Ponta Grossa

03/10/2013


Policiais civis realizam doação de sangue em Ponta Grossa

Uma ação voluntária mobilizou cerca de 20 policiais civis entre delegados, investigadores e escrivães, lotados na 13ª SDP, que estiveram na manhã desta quarta-feira (02) no Hemepar – Hemonúcleo de Ponta Grossa, para realizar doações de sangue.


A ação destacou a conscientização e importância do ato da doação e fez parte das comemorações dos 160 anos de história da Polícia Civil do Paraná. Além da doação de sangue, alguns policiais também se inscreveram no cadastro para doação de medula óssea. Neste cadastro são preenchidas fichas com informações do voluntário e são coletados 5 ml de sangue para a realização de exame de histocompatibilidade (HLA).


É a Polícia Civil do Paraná fortalecendo o lado social e solidário da Instituição.


PARA SER UM DOADOR É PRECISO:
· Estar em boas condições de saúde
· Ter entre 16 e 67 anos (menores com consentimento formal do responsável legal)
· Pesar no mínimo 50 quilos
· Estar descansado e alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação)
· Apresentar documento oficial de identidade com foto (Carteira de Identidade, Carteira do Conselho Profissional, Carteira Funcional, Carteira de Trabalho ou Passaporte).


Em Ponta Grossa as doações podem ser feitas no HEMEPAR, na Rua General Osório, esquina com a Rua Cel. Dulcídio, Fone: (42) 3223-1616 e 3223-1737.
As doações podem ser feitas de 2ª a 6ª feira, das 7h30 às 18 horas. 

Ponta Grossa
 
 
 
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